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Por Suzi Katzumata
São Francisco – A Microsoft apresentou formalmente seu sistema operacional de próxima geração, Windows 7, com o qual tenta superar o desempenho do sistema anterior e renovar o crescimento da receita. “Com o Windows 7, nunca houve um melhor momento para ser um PC”, disse o executivo-chefe da Microsoft, Steve Ballmer. “Juntos com nossos parceiros, vamos trazer mais escolhas, flexibilidade e valor ao mercado do que antes.” O lançamento do Windows 7, no bairro do Soho, em Nova York, atraiu um bom público de parceiros da Microsoft e da mídia especializada, reforçando a importância para a companhia de causar uma boa impressão.
O novo Windows 7 pode representar para uma companhia uma economia de US$ 120 a US$ 190 por computador por causa de sua melhor eficiência operacional, afirmou o presidente da divisão de negócios da Microsoft, Stephen Elop. Segundo ele, o software mais eficiente permite aos usuários serem mais produtivos no trabalho.
O Windows 7 tem uma importância crítica para a maior fabricante de software do mundo, que espera que as empresas e consumidores que fugiram do predecessor Windows Vista – lançado em 2007 – deem uma nova olhada no novo sistema operacional. Da mesma forma, a indústria de computadores pessoais espera que o novo software gere mais vendas. O Vista recebeu uma péssima avaliação e muitas companhias e consumidores – que representam o grosso da receita da Microsoft – fugiram do sistema operacional e optaram por manter o velho Windows XP.
O lançando do Windows 7 também ocorre em um momento que a Microsoft enfrenta problemas inéditos. Em abril, a companhia registrou sua primeira contração trimestral na receita em seus 23 anos de história como uma companhia pública. O sistema operacional Windows responde por entre um quarto a metade das vendas anuais da Microsoft, de US$ 58 bilhões. Ele ainda é o sistema mais usado, com algumas versões dele instaladas em quase 90% dos computadores ao redor do mundo. Contudo, de acordo com uma companhia de pesquisa em tecnologia, Gartner Inc, mais de 80% dos clientes corporativos da Microsoft ainda usam o XP.