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Portabilidade completa 1 ano com 4 mi de migrações


Portal VEJA

Por Gerusa Marques

Brasília – A portabilidade numérica, que permite ao cliente dos serviços de telefonia mudar de operadora e permanecer com o mesmo número telefone, completa amanhã um ano de vigência em todo o Brasil. Ao todo, 5,18 milhões de pessoas solicitaram a mudança de operadora e 4 milhões efetivamente fizeram a migração. Os dados fazem parte dos números registrados, até a meia noite de ontem, pela ABR Telecom, entidade que administra a portabilidade no Brasil.

Do total, 1,2 milhão de números portados são de linhas fixas e 2,8 milhões de terminais celulares. O Estado de São Paulo foi o que apresentou os maiores índices de portabilidade. Ao todo, 1,39 milhão de paulistas solicitaram o benefício e 1,1 milhão tiveram seus telefones portados. A região metropolitana de São Paulo foi a última área do Brasil a ter os serviços. Desde 2 de março de 2009, 813,8 mil pessoas que utilizam o DDD 11 pediram para trocar de operadora. Deste total, 641,5 mil concluíram a migração.

A portabilidade começou a ser implantada no Brasil em 1º de setembro de 2008 em apenas alguns DDD e foi sendo ampliada para outras áreas do País, até alcançar todo o Brasil no dia 2 de março de 2009. O serviço foi pensado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para estimular a competição. A medida, porém, não despertou muito interesse dos usuários, já que os números portados representam 1,85% do total de telefones em operação no País. Ao todo, são 41 milhões telefones fixos e 175 milhões de telefones celulares.

A portabilidade deve ser pedida pelo usuário à operadora para a qual ele deseja migrar e a transferência só pode ocorrer dentro da mesma modalidade de serviço: de celular para celular e de fixo para fixo. Pelas regras, o pedido tem de ser atendido em até cinco dias úteis.

Originally posted 2010-03-01 18:55:48.

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GVT lança pacote de telefonia e banda larga residencial


Portal EXAME

São Paulo – A GVT lançou hoje uma linha de pacotes de telefonia e de banda larga para clientes residenciais. Em nota, a empresa informa que o pacote premium conta com 10 mil minutos em ligações locais para qualquer telefone fixo – à noite e nos finais de semana -, outros mil minutos para falar das 8h às 20h de segunda a sexta-feira, além de 25 a 100 minutos grátis em ligações para celular de qualquer operadora, assim como a mesma quantidade para fazer DDD com preço de ligação local.

Os valores cobrados mensalmente serão de R$ 109,90, R$ 129,90 ou R$ 149,90, conforme o pacote contratado. Já as velocidades de banda larga podem variar de 3 Mbps a 100 Mbps, com modem grátis a partir de 10 Mbps.

A GVT, recentemente adquirida pela francesa Vivendi, está presente em 89 cidades do Sul, Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste, como Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, Belo Horizonte, Vitória, Brasília, Goiânia, Salvador, Recife, Fortaleza e João Pessoa. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, a GVT atende exclusivamente o mercado corporativo. Em 2009, a GVT atingiu mais de 2,8 milhões de linhas em serviço.

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Assembleia de SP proíbe cobrança de assinatura em serviços de telefonia


G1

A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo derrubou na tarde desta quarta-feira (25) o veto a um projeto de lei que proíbe a cobrança de assinatura mensal pelos serviços de telefonia fixa e móvel. O projeto segue para promulgação do presidente da Casa, o que deve ocorrer em até 48 horas, e publicação no Diário Oficial do Estado.
O projeto, de autoria do deputado Jorge Caruso (PMDB), foi apresentado em 2002 e havia sido vetado em 2006 pelo então governador Geraldo Alckmin. Em votação na tarde desta quarta-feira, os deputados estaduais decidiram derrubar o veto, por unanimidade. Segundo o projeto, “as concessionárias de serviços de telecomunicações só poderão cobrar de seus usuários por serviços efetivamente prestados”.
O deputado disse que o projeto será o mesmo apresentado em 2002. Ele prevê uma multa de dez vezes a assinatura mensal cobrada em caso de descumprimento. “Ninguém mais quer pagar por algo que não usa. Houve uma satisfação muito grande em derrubar esse veto”, afirmou o deputado Jorge Caruso. A partir da publicação no Diário Oficial, a lei entrará em vigor no prazo de 60 dias.

A assessoria do governo de São Paulo diz que não irá se pronunciar até a publicação da lei no Diário Oficial. A assessoria de imprensa da Telefônica disse ao G1 que a empresa não falará sobre a lei antes da publicação.

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Lucro da Telefônica no 3º trimestre sobe 2,2%


Portal EXAME

Por Aline Cury Zampieri

São Paulo – A Telefônica registrou lucro líquido de R$ 600,3 milhões no terceiro trimestre deste ano, o que representa um aumento de 2,2% ante os ganhos de R$ 587,4 milhões obtidos em igual período do ano passado. A receita líquida somou R$ 3,910 bilhões, com queda de 4,6%, e o Ebitda (sigla em inglês para lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 1,444 bilhão, com queda de 14%. Entre julho e setembro de 2009, o resultado financeiro negativo caiu 9,3%, para R$ 56,2 milhões, e a margem Ebitda foi de 37%, uma queda de quatro pontos porcentuais.

A empresa diz em release de resultados que a queda da margem é reflexo da mudança gradativa no mix de receitas, com um aumento nas receitas dos serviços de TV por assinatura e banda larga, que possuem margens menores, e uma redução das receitas de serviço local e telefonia pública. A margem no trimestre também teve impacto de menores receitas de banda larga em relação ao trimestre anterior, como consequência da suspensão da comercialização do serviço Speedy.

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Telefônica: emissão deve-se ao momento do País


Portal EXAME

Por Gerusa Marques

Brasília – O presidente da Telefônica, Antonio Carlos Valente, disse hoje que a emissão de notas promissórias no valor total de R$ 6 bilhões para a compra da GVT foi uma “oportunidade que surgiu com o bom momento que estamos vivendo no Brasil, com custos menores”. A emissão das notas promissórias foi comunicada ontem pela empresa. Valente chegou hoje ao Ministério das Comunicações, onde participará de reunião com o ministro Hélio Costa e com presidente de outras empresas de telefonia para fechar uma proposta de massificação da banda larga. Ele disse que a proposta da Telefônica para a compra da GVT, baseada na emissão das notas promissórias, oferece uma “alternativa sólida para muitos investidores”.

A Telefônica fez uma oferta pública de ações no início de outubro para a aquisição da GVT, ao preço de R$ 48 por ação. Na semana passada, esse valor foi elevado para R$ 50,50. A GVT também recebeu anteriormente uma oferta de compra do grupo francês Vivendi, no valor de R$ 42 por ação. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) incluiu na pauta da próxima quinta-feira, na reunião do seu conselho diretor, os pedidos de anuência prévia para a compra da GVT pela Telefonica e pela Vivendi.

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Anatel vota na quinta-feira proposta de compra da GVT


Portal EXAME

Por Gerusa Marques

Brasília – O pedido de anuência prévia para eventual compra da GVT pela Telefônica foi incluído na pauta de votações da próxima quinta-feira do conselho diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). O relator da proposta é o conselheiro Antônio Bedran. A inclusão na pauta, no entanto, não garante que o pedido seja votado na quinta, já que o regimento interno da agência permite que qualquer conselheiro peça vista do processo.

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Telefônica espera que GVT aceite nova oferta de compra


Portal EXAME

Por Gerusa Marques

Brasília – O presidente da Telefônica, Antonio Carlos Valente, disse hoje que a expectativa da empresa é de que os acionistas da GVT aceitem a nova oferta de compra feita ontem pela companhia de origem espanhola, de R$ 50,50 por ação. “Nossa expectativa é de que eles aceitem a nossa proposta e possam aderir em 100%”, disse Valente, ao deixar hoje a cerimônia de comemoração dos 12 anos de criação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Valente explicou que a Telefônica decidiu elevar a proposta de compra, que anteriormente era de R$ 48 por ação, por causa dos resultados apresentados pela GVT no terceiro trimestre e em função da perspectiva de melhora da economia brasileira. Com o aumento do valor da proposta, a operação, segundo Valente, chegará perto de R$ 7 bilhões. “É uma demonstração inequívoca de confiança no Brasil e nas suas instituições”, afirmou.

O executivo disse estar confiante de que a Anatel dará a anuência prévia para o negócio até o dia 19 de novembro, prazo de 45 dias estabelecido pela Comissão de Valores Imobiliários (CVM) para que a oferta pública de ações se realize. “Mas de forma alguma o nosso objetivo foi definir uma data para a Anatel”, afirmou. Antes da primeira oferta da Telefônica, o grupo francês Vivendi fez uma oferta de compra da GVT ao preço de R$ 42 por ação.

Valente comentou rapidamente a carta enviada pela Associação dos Engenheiros de Telecomunicações (AET) a organismos internacionais, questionando valores de investimentos da Telefônica em 2008. “Nossos números são transparentes e estamos absolutamente tranquilos”, afirmou. Segundo Valente, a Telefônica é uma empresa pública que mostra suas contas e resultados a diversas instituições, incluindo a Anatel, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Bolsa de Valores e os organismos financeiros internacionais.

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TIM vai redefinir foco de atuação na rede 3G


Portal EXAME

Por Mônica Ciarelli

Rio – A TIM decidiu mudar sua estratégia de atuação na rede 3G. Segundo informou hoje o presidente da companhia italiana, Luca Luciani, a intenção é redefinir o foco das vendas para as regiões onde já existe uma boa cobertura do serviço. “Não queremos iludir o cliente. Vamos oferecer serviços que a área suporta”, explicou.

O executivo lembrou que, atualmente, a companhia já consegue oferecer bons serviços em cerca de 70 cidades, sendo 20 capitais, e está trabalhando no desenvolvimento da rede de outras 100 cidades.

Nas regiões onde a cobertura ainda é mais fraca, a TIM tem oferecido aos clientes acessos de menor velocidade que o das redes 3G, a preços mais baixos. “Não temos que atender a demanda a qualquer custo. Oferecer um serviço de baixa qualidade gera insatisfação, e isso tem um impacto muito negativo para a marca”, afirmou o diretor de marketing do grupo, Rogério Takayanagi.

Intelig

O presidente da TIM afirmou ainda que espera concluir até o fim do ano os detalhes finais da compra da Intelig. Para o executivo, a integração operacional das duas empresas vai permitir ganhos em torno de 2% da receita com serviços do grupo.

Com base no balanço do terceiro trimestre da TIM, divulgado hoje, as sinergias resultariam em uma economia trimestral de R$ 66 milhões. A compra foi anunciada em abril e será feita por meio da troca de ações. Após a conclusão do negócio, o grupo Docas, do empresário Nelson Tanure, passará a ter 6% das ações preferenciais da TIM.

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TIM registra lucro de R$ 60,811 mi no 3º trimestre


Portal EXAME

Por Luana Pavani

São Paulo – A TIM Participações obteve no terceiro trimestre deste ano um lucro líquido de R$ 60,811 milhões, ante prejuízo de R$ 12,053 milhões obtido no mesmo período do ano passado. A receita líquida, na mesma base de comparação, caiu 2%, para R$ 3,337 bilhões.

Entre julho e setembro de 2009, o Ebitda (sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 758,782 milhões, o que representa uma queda de 5,0% em relação ao mesmo período de três meses de 2008. O resultado financeiro líquido da operadora de telefonia celular ficou negativo em R$ 61,9 milhões no trimestre, uma queda de 59,6% em relação à despesa financeira líquida de R$ 152,9 milhões no terceiro trimestre do ano passado.

A TIM elevou a quantidade de clientes no terceiro trimestre deste ano, mas a receita média gerada por eles apresentou queda em relação ao mesmo período do ano passado. Enquanto o total de clientes da operadora de telefonia celular passou a 39,6 milhões, um crescimento de 12,5% ante o 3º trimestre de 2008, com adição líquida de 1,774 milhão de clientes no 3º trimestre deste ano, a receita média por usuário caiu 12%, para R$ 26,5 ante R$ 30,1 no mesmo período do ano passado. Esse indicador, mais conhecido no setor como ARPU (do inglês Average Revenue per User) ficou praticamente estável em relação ao segundo trimestre deste ano, quando era de R$ 26,6 (-0,2%).

A média mensal em minutos de tráfego por cliente (indicador MOU) foi de 90 minutos no 3º trimestre, queda de 10,7% na comparação com período semelhante de 2008, ou seja 101 minutos, porém representou um avanço ante os 73 minutos do 2º trimestre. Em relatório de resultados, a companhia destaca a melhora no indicador de inadimplência. As provisões para devedores duvidosos (PDD) alcançaram R$ 99,6 milhões, 30,5% menos que no 3º trimestre de 2008. O desempenho veio de ações para melhorar os processos de concessão de crédito e cobrança, segundo o documento.

O PDD também foi citado na explicação sobre o Ebitda. Esse aumento em base trimestral é “resultado de um leve aumento da receita e custos operacionais que permaneceram estáveis. Apesar das intensas atividades comerciais, estamos mantendo nosso plano de eficiência em vigor através de um controle rígido sobre custos discricionários”, entre os quais PDD.

Na comparação do 3º trimestre com o mesmo período do ano passado, porém, impactou o Ebitda “a perda da base pós-paga (-7,6%) além de maiores esforços comerciais”. Por sua vez, no segmento pré-pago a base de clientes alcançou 33,3 milhões, avanço de 17,3% ante 2008, “alavancados pelo plano Infinity, que alcançou mais de 11 milhões de usuários, representando mais de 30% da nossa base pré-paga”, diz a companhia.

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Claro quer aumentar receita com planos flexíveis


Portal EXAME
A inovação tecnológica e a oferta de planos de telefonia e banda larga mais flexíveis são a aposta da Claro para melhorar sua receita média por assinante (ARPU, na sigla em inglês), segundo afirmou hoje o presidente da operadora, João Cox. A Claro estenderá aos pré-pagos a ideia de permitir a montagem dos planos conforme o gosto de cada assinante. “É como se fosse um Lego”, afirmou Cox, em referência ao famoso brinquedo de montar. “O cliente vai montando seu plano com os serviços que julgar necessários. Isso tende a atrair assinantes e incentivar a contratação de novos serviços”. O executivo participou hoje de coletiva de imprensa para divulgar os resultados financeiros do terceiro trimestre.

No terceiro trimestre, a Claro viu seu ARPU recuar 10,1%, ante intervalo idêntico de 2008, para R$ 23. Cox também encara a inovação tecnológica como uma forma de melhorar a receita média por assinante. Para incentivar o consumo, a Claro preparou o lançamento de vários serviços, entre os quais um acordo com o americana MyScreen Mobile para oferecer publicidade pelo celular. A empresa também lançará entre novembro e dezembro um modem de banda larga móvel 3G, com antena receptora do sinal de TV digital.

Além do declínio do ARPU, os assinantes da Claro falaram menos ao celular: foram 86 minutos falados em média por mês, contra 101 minutos registrados no balanço do terceiro trimestre de 2008. Mas a operadora de telefonia móvel fechou setembro com 42,278 milhões de clientes, sendo 8,583 milhões de assinantes de planos pós-pagos, mais rentáveis. Um ano antes, a base da Claro tinha 35,668 milhões de usuários, sendo 7,118 milhões pós-pagos. “Nossa distância para a líder (a Vivo) ficou em 3,9%, contra 4,7% no terceiro trimestre de 2008″, disse Cox.

A receita líquida da Claro no Brasil subiu 4,6%, ante o terceiro trimestre de 2008, para R$ 3,082 bilhões. Na mesma base de comparação, a geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) cresceu ligeiramente, à razão de 0,8%, para R$ 678 milhões. No acumulado do ano, até setembro, as receitas cresceram 4,6%, de R$ 8,439 bilhões no terceiro trimestre de 2008 para R$ 8,828 bilhões. O Ebitda ficou 0,6% maior, alcançando R$ 2,124 bilhões.

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