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Pela quarta vez, Bradesco é a marca mais valiosa do Brasil


Bradesco é a marca mais valiosa do Brasil pela 4ª vez

Do Portal Terra

O Bradesco continua sendo, pelo quarto ano consecutivo, a marca mais valiosa no Brasil, com um valor de R$ 23,1 bilhões, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira pela Brand Finance em parceria com a revista The Brander.

Em fevereiro, o Bradesco já havia sido apontado como a 9ª marca mais valiosa de banco no mundo pela inglesa The Banker.

O Bradesco é seguido pelos também bancos, Itaú, com marca avaliada em R$ 12 bilhões, e Banco do Brasil, com marca avaliada em R$ 11,6 bilhões.

As outras empresas que ficaram entre as dez maiores marcas do Brasil são Petrobras (marca avaliada em R$ 9,7 bilhões), Vivo (R$ 7,6 bilhões), OI/Telemar (R$ 7,5 bilhões), Casas Bahia (R$ 7,2 bilhões), Caixa (R$ 7 bilhões), Carrefour (R$ 6,5 bilhões) e Fiat (R$ 6,4 bilhões).

Ainda de acordo com o levantamento, enquanto o valor de mercado das empresas listadas em bolsa subiu de R$ 0,99 trilhão para R$ 1,52 trilhões (crescimento de 52,8% de um ano para outro), a soma do valor de suas marcas aumentou 23%, saindo de R$ 221,4 bilhões para R$ 273,3 bilhões.

Confira a lista das 30 maiores marcas no Brasil.

Leia todo o artigo

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Pela quarta vez, Bradesco é a marca mais valiosa do Brasil


Bradesco é a marca mais valiosa do Brasil pela 4ª vez

Do Portal Terra

O Bradesco continua sendo, pelo quarto ano consecutivo, a marca mais valiosa no Brasil, com um valor de R$ 23,1 bilhões, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira pela Brand Finance em parceria com a revista The Brander.

Em fevereiro, o Bradesco já havia sido apontado como a 9ª marca mais valiosa de banco no mundo pela inglesa The Banker.

O Bradesco é seguido pelos também bancos, Itaú, com marca avaliada em R$ 12 bilhões, e Banco do Brasil, com marca avaliada em R$ 11,6 bilhões.

As outras empresas que ficaram entre as dez maiores marcas do Brasil são Petrobras (marca avaliada em R$ 9,7 bilhões), Vivo (R$ 7,6 bilhões), OI/Telemar (R$ 7,5 bilhões), Casas Bahia (R$ 7,2 bilhões), Caixa (R$ 7 bilhões), Carrefour (R$ 6,5 bilhões) e Fiat (R$ 6,4 bilhões).

Ainda de acordo com o levantamento, enquanto o valor de mercado das empresas listadas em bolsa subiu de R$ 0,99 trilhão para R$ 1,52 trilhões (crescimento de 52,8% de um ano para outro), a soma do valor de suas marcas aumentou 23%, saindo de R$ 221,4 bilhões para R$ 273,3 bilhões.

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Petrobras é alvo de lobby nos Estados Unidos contra Irã


Por AE

São Paulo – A Petrobras virou alvo do forte lobby contra o Irã nos Estados Unidos. A União Contra um Irã Nuclear (UANI, na sigla em inglês) protestou formalmente contra a empresa brasileira por seus negócios com o regime de Teerã. A medida ocorre paralelamente à ação legislativa de 50 congressistas americanos que pedem ao presidente Barack Obama que aplique sanções contra 16 multinacionais, incluindo a Petrobras, por operações com o governo iraniano.

No site da entidade lobista, há uma lista de atividades da Petrobras. relacionadas ao Irã. Além disso, a UANI lista as ameaças de fundos de pensão ao longo dos últimos anos de retirar seus investimentos da empresa brasileira caso os negócios com o Irã sejam mantidos. O lobby adverte estes investidores sobre as relações de companhias nas quais eles investem com o regime de Teerã, dizendo que, indiretamente, o dinheiro deles pode ser canalizado para um inimigo dos EUA.

Esta pressão da UANI surtiu efeito e a Petrobras enviou uma carta para a SEC (espécie de Câmara de Valores Mobiliários dos EUA) afirmando não ter qualquer atividade no Irã atualmente, possuindo apenas três funcionários no país, de um total de 74 mil no mundo. Segundo a empresa, foi cumprido um contrato com a Companhia Nacional Iraniana de Petróleo, assinado em 2004, mas encerrado em julho deste ano. O texto é assinado por Theodore Helms, gerente-executivo de relações com os investidores, e foi enviada antes de a Petrobras anunciar na semana passada que estuda encerrar as atividades no Irã. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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Comissão da Câmara aprova capitalização da Petrobras


Portal EXAME
Uso de recursos do FGTS para participar da capitalização deve ser analisado nesta quarta

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Petrobras admite voltar à mineração


Portal EXAME

Por AE

Rio – O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, afirmou ontem que qualquer decisão sobre a mina de potássio de Fazendinha, no Amazonas, dependerá da avaliação feita por consultoria que está sendo contratada pela estatal. O executivo não negou a possibilidade de a estatal voltar a atuar na mineração, como quer o governo, mas disse que é cedo para qualquer decisão nesse sentido.

“Não podemos decidir nada enquanto não finalizarmos uma avaliação”, disse Gabrielli, em entrevista após palestra no Clube de Engenharia do Rio. A empresa está concluindo processo licitatório para contratar empresa especializada para análise técnico-econômica da jazida, descoberta na década de 70, mas abandonada por falta de economicidade na época. O trabalho vai focar aspectos econômicos e alternativas de produção do potássio.

As reservas, estimadas inicialmente em 1,1 bilhão de toneladas, estão no município de Nova Olinda do Norte, na região do Baixo Rio Madeira. O Brasil importa atualmente 92% do potássio que consome e, diante da escalada dos preços internacionais, há grande pressão do governo, principalmente do Ministério da Agricultura, para retomada das atividades na região, que pode conter a terceira reserva mundial do mineral. O argumento é que, se quiser manter o posto de grande supridor mundial de alimentos, o Brasil precisa ser independente no abastecimento de insumos essenciais, como os fertilizantes. Além do potássio, a produção de fertilizantes demanda fosfato – 50% importado pelo Brasil – e amônia e ureia, que podem ser extraídos do gás natural. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Petrobras recebe até dezembro 1a parcela da China, de US$3 bi


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Petrobras pode ter descoberto gás no Peru, diz Garcia


Portal EXAME

Por Marcílio Souza

Lima – O presidente do Peru, Alan García, disse ontem que a Petrobras pode ter feito uma descoberta de até 5 trilhões de pés cúbicos de gás natural no bloco 58, na região amazônica do país. Caso seja confirmada, a descoberta poderá atender as necessidades de gás do Peru até 2050, disse García. “Eu recebi uma informação diretamente da selva de que o Bloco 58 possui uma grande quantidade de gás”, disse García. Ele afirmou que deverá receber mais confirmação hoje do Bloco 58, que é uma área de exploração relativamente nova.

García disse que a descoberta, de possivelmente quatro a cinco trilhões de pés cúbicos em reservas novas, foi feita no poço Urubamba, um dos cinco do bloco 58. “Se isso for confirmado – e parece que no primeiro poço há muito mais do que um trilhão de pés cúbicos de gás e esse é apenas um dos cinco poços ou estruturas -, podemos dizer que demos um salto na segurança de energia”, disse García.

O presidente afirmou que o Peru tem atualmente até 15 trilhões de pés cúbicos de gás em reservas em seus blocos do sul – até três trilhões de pés cúbicos no bloco 56, mais de nove trilhões no bloco 88 e dois trilhões no bloco 57. As informações são da Dow Jones.

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Petrobras assina acordo com China Development Bank


Portal EXAME

Por Equipe AE

São Paulo – A Petrobras concluiu acordo de financiamento com o China Development Bank Corporation (CDB). A estatal petrolífera informou ter assinado ontem contratos de financiamento no valor de US$ 10 bilhões e prazo de dez anos, que estavam sendo negociados desde maio deste ano. Os recursos, de acordo com comunicado da Petrobras, serão utilizados para financiar o plano de negócios 2009-2013 e entrarão no caixa em etapas nos próximos meses.

Na realização do primeiro saque entrará em vigor o acordo de longo prazo de exportação de petróleo entre a Petrobras e a Unipec Ásia, subsidiária da chinesa Sinopec, que prevê volumes de exportação de 150 mil barris de petróleo por dia no primeiro ano do acordo e de 200 mil barris por dia nos nove anos seguintes. A Petrobras esclarece que os contratos são independentes, não constituindo operação de securitização.

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Petrobras vai recorrer de multa por danos ambientais


Portal EXAME

Por AE

Rio – A Petrobras informou hoje que vai recorrer da multa de R$ 6 milhões por danos ambientais causados ao município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, devido ao vazamento de substância poluente em 2001. A punição foi aplicada pelo Tribunal de Justiça a partir de ação civil pública impetrada pelo Ministério Público estadual.

Segundo a ação, no dia 13 de junho de 2001 um problema técnico no interior da Refinaria de Duque de Caxias (Reduc), na unidade de craqueamento catalítico, paralisou o sistema. No dia seguinte, ocorreu outro vazamento, mas de enormes proporções, liberando grandes quantidades de substância poluente na atmosfera.

A juíza Natacha Tostes de Oliveira, da 2ª Vara Cível de Duque de Caxias, decidiu que a empresa terá que indenizar as vítimas residentes na cidade. Os R$ 6 milhões serão recolhidos em favor do Fundo Especial do Ministério Público que gerencia os danos ambientais.

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Capitalização da Petrobras vai a voto na quarta-feira


Portal EXAME

Por Renato Andrade

Brasília – A conclusão do processo de votação dos relatórios do pré-sal está prevista para quarta-feira, quando os pareceres sobre a criação da Petro-Sal e o da capitalização da Petrobras serão apreciados pelas comissões especiais específicas. Esses foram os relatórios que menos alteraram os projetos originais encaminhados pelo governo ao Congresso no início de setembro.

Apesar das mais de 100 emendas apresentadas, o deputado Luiz Fernando Faria (PP-MG) fez pequenos ajustes no texto que estabelece a criação da Petro-Sal, como a necessidade da nova empresa contratar auditoria independente para suas contas e a vedação de abertura de escritórios regionais, além do escritório central no Rio de Janeiro e sede em Brasília. Nem mesmo o nome da nova empresa foi alterado, apesar da polêmica envolvendo um empresário do Rio Grande do Norte que já detém a denominação, mas ainda negocia com o governo. O relatório será votado a partir das 14h30.

No caso do parecer sobre a capitalização, que irá a votação a partir das 14 horas, a questão mais polêmica acabou ficando de fora. O deputado João Maia (PR-RN), relator da matéria, resolveu não incluir em seu parecer a possibilidade de permitir o uso de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) na compra das novas ações que serão emitidas pela Petrobras. Durante a tramitação do projeto, o deputado defendeu que as pessoas que investiram parte do FGTS na compra de ações da estatal em 2000 deveriam ter o direito de usar a mesma fonte de recursos para subscrever as novas ações. Diante da pressão do Palácio do Planalto, no entanto, o deputado acabou recuando.

Se os pareceres forem aprovados pelas comissões, a expectativa é que eles comecem a ser discutidos no plenário da Câmara a partir de 10 de novembro, seguindo o acordo firmado entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da casa, deputado Michel Temer (PMDB-SP).

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