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Preservativo é encontrado em garrafa de Coca-Cola


por Gazeta de Alagoas

150710coca 300x200  Preservativo é encontrado em garrafa de Coca Cola Um motorista surpreendeu-se, na tarde desta quinta-feira (15), ao encontrar um preservativo dentro de uma garrafa de Coca-Cola, em um mercadinho, na Avenida Brasil, bairro do Poço, em Maceió.

Wanderlan de Oliveira, 32 anos, faz entrega de pães em vários estabelecimentos comerciais e, por volta das 16h30, ao iniciar seu trabalho de recolhimento da mercadoria, decidiu sentar à mesa do referido mercadinho e pedir uma Coca-Cola, como de costume. “O vendedor veio, me deu a garrafa e notei algo estranho. Como a coca estava bastante gelada, pensei que era uma quantidade de gelo acumulada, mas, agitando a garrafa e olhando direitinho, vi que era uma camisinha” – revelou o rapaz.

Ao tomar o susto, Wanderlan chegou a questionar com o vendedor do estabelecimento. Este alegou que a garrafa veio lacrada e permaneceu como estava, mas ligou para o distribuidor. “O distribuidor me deu o número do responsável, liguei pra ele e dei meus dados, e ele ainda disse que retornaria. Até agora à noite, eu espero por ele e nada”.

Wanderlan apresentou-se bastante inconformado com a situação e pensou o que poderia ter acontecido se uma criança comprasse o refrigerante e viesse a bebê-lo, sem perceber algo diferente. “Tenho filhos e agora estou com medo. Se uma criança minha abrisse a garrafa, como era que ia ser?” – questionou.

Revolta

Após constatar o preservativo imerso, o motorista afirmou que tomará as medidas cabíveis, pois, segundo ele, encontrar um objeto como esse é um desrespeito para com o consumidor. “Não quero saber, o mercadinho não tem culpa, e sim, a empresa. Amanhã vou procurar a Vigilância Sanitária, já estou com meu advogado pra ir ao Procon, exigir meus direitos” – finalizou.

A produção da Gazetaweb tentou entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor (Sac) Coca-Cola Brasil, mas uma mensagem gravada informou que o período de atendimento ao consumidor encerra-se às 17h00. A assessoria local da empresa também não respondeu às ligações.

Este não é o primeiro caso, pois um homem encontrou um sapo contido em uma garrafa de Coca-Cola no dia 11 de maio deste ano. Veja matéria ao lado.

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Coca-Cola lucra US$ 1,89 bi no terceiro trimestre


Portal EXAME
A gigante de bebidas norte-americana Coca-Cola anunciou lucro estável no terceiro trimestre em comparação ao mesmo período do ano passado, de US$ 1,89 bilhão, equivalente a US$ 0,81 por ação. A receita caiu 4%, para US$ 8 bilhões. Analistas esperavam lucro por ação de US$ 0,81 e receitas de US$ 8,11 bilhões. A margem bruta caiu para 63,5% no terceiro trimestre, de 64% no mesmo período do ano passado. Em termos de volume, as vendas globais subiram 2%, refletindo aumento de 4% nas vendas internacionais liderado pela Índia, China e Brasil, enquanto as vendas em volume nos Estados Unidos cederam.

A companhia continua a buscar mercados de rápida expansão, como a China, diante da desaceleração nos volumes de vendas no mercado norte-americano. A Coca-Cola também centra esforços para expandir sua produção de bebidas de baixa caloria e bebidas saudáveis, o que resultou na aquisição de uma participação minoritária da fabricante de água de coco ZICO, em setembro. O presidente e diretor executivo, Muhtar Kent, disse que a companhia espera que os consumidores continuarão ressentindo-se das incertezas econômicas no ano que vem. As informações são da Dow Jones.

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Ministério Público pede proibição da venda dos refrigerantes H2OH! e Aquarius Fresh


da Folha Online

O Ministério Público Federal do Distrito Federal ajuizou na terça-feira (22) uma ação civil pública na 1ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal pedindo a proibição da comercialização dos refrigerantes H2OH! e Aquarius Fresh, produzidos, respectivamente, pela Pepsi Cola Indústria da Amazônia Ltda e pela Coca-Cola do Brasil.

De acordo com a ação, os dois produtos possuem nomes que remetem à água, mesmo sendo refrigerantes de baixa caloria, o que poderia confundir e até prejudicar a liberdade de escolha do consumidor, apesar de constar em seus rótulos que são refrigerantes.

Sendo assim, o MPF afirma que o INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) não poderia autorizar o registro das marcas, pois ambas ferem a lei de propriedade industrial que proíbe sinal que induza a falsa indicação quanto à origem, procedência, natureza, qualidade ou utilidade do produto ou serviço a que a marca se destina.

"Tal situação demonstra desrespeito ao Código de Proteção e Defesa do Consumidor, principalmente, em relação aos princípios que estabelecem a transparência e harmonia nas relações de consumo, a boa-fé", relata a ação. A ação pede ainda que os produtos passem por reformulação para que se adequem a legislação.

Procurada pela Folha Online, a Coca-Cola afirmou que ainda averigua a informação e deve se pronunciar em breve, assim como a Pepsi. Assim que as empresas responderem ao contato, a informação será acrescida ao texto.

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