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Nokia assume controle da Nextel na América Latina


O DIA

Washington (EUA) – A NII Holdings, companhia americana de telefonia celular que opera na América Latina sob a marca Nextel, entregou à Nokia Siemens Networks a gestão de suas operações da rede no continente, informou nesta terça-feira a companhia americana.  Pelo acordo, a Nokia vai administrar a rede da Nextel nos mercados nos quais a empresa está presente na América Latina. Além do Brasil, a operação terá resultados em outros quatro países: Argentina, Chile, México e Peru.

A multinacional, com sede na cidade americana de Reston (no estado norte-americano da Virgínia), indicou que a operação é a primeira com estas características na América Latina, e um dos maiores acordos da Nokia na região.  A aliança tem o objetivo de melhorar a qualidade do serviço da NII na América Latina, ao mesmo tempo que permite à companhia a redução de custos.  Com o acordo, a Nokia vai oferecer sua experiência no setor e, ao mesmo tempo, aproveitando os empregados da Nextel, que fornecerá cerca de mil trabalhadores para planejar, desenhar, manter, otimizar e operar as redes da NII.

A Nokia assumirá a responsabilidade dos serviços, manutenção e provisão da rede de Nextel, que seguirá como proprietária de suas redes na América Latina e seguirá tomando todas as decisões relacionadas com a estratégia, a tecnologia, a venda e os investimentos.  Desta maneira, a Nextel e seus empregados seguirão sendo o principal contato entre a companhia e os usuários, pois a empresa vai manter o pleno controle dos serviços de atendimento ao cliente e técnico.

As informações são da Agência EFE

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PayPal quer Brasil como base da operação na América Latina


Folha de S.Paulo

O crescimento do comércio eletrônico no Brasil está levando o PayPal a se instalar no país. Adquirido pelo eBay, um dos maiores sites de negócios on-line do mundo, o PayPal presta serviços de pagamentos e transferências de valores pela internet, atuando como intermediário nas transações para que os clientes não precisem digitar seus dados bancários toda vez que efetuarem uma compra pela web.
Atualmente, 2 milhões de brasileiros utilizam os serviços da companhia. Esse número, que representa 13% de todos os internautas que fazem compras pela rede no país, levou a direção do PayPal a escolher o Brasil como base de suas operações na América Latina.
"Vamos montar um escritório aqui, mas é um plano ainda sem prazo definido", disse René Pelegero, diretor de Estratégia do PayPal, durante o E-Commerce Summit, conferência do setor encerrada ontem em São Paulo. "Não há como ficar alheio a esses números. E estamos falando de uma base de cliente adquirida sem que fizéssemos nada no país."
Criado em 1999, o PayPal é uma companhia que permite transferência de dinheiro entre pessoas e empresas em 190 países e 29 moedas. Por isso, ele é usado em operações de compra e venda pela internet.
Por ele, o consumidor pode escolher a forma como pretende pagar, incluindo cartões de crédito, débito, boletos bancários, sem compartilhar informações financeiras. Isso porque só o PayPal passa a ter acesso aos dados, cadastrados e vinculados a uma conta de e-mail. No Brasil, o cadastramento é no site www.paypal.com/br.
Não por acaso, o faturamento global da companhia bateu em US$ 16 bilhões no segundo trimestre deste ano, o equivalente a 10% de toda a receita do comércio eletrônico mundial. O sucesso desse negócio levou o eBay a adquirir o PayPal por US$ 1,5 bilhão, em 2002.
Segundo Pelegero, o ritmo de crescimento do comércio eletrônico no Brasil é um fator importante para a decisão do grupo. O PayPal considera dados de pesquisa feita pela VisaNet na América Latina.
Em 2012, cenário mais distante, o comércio eletrônico estará movimentando US$ 13 bilhões no país, registrando crescimento de 21% ao ano. O valor será o dobro do obtido por México e Argentina. Hoje, estima-se que as vendas on-line movimentem R$ 13 bilhões no Brasil.

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Brasil não está preparado para liderar a América Latina, dizem especialistas


Portal EXAME
A preferência do Brasil em comercializar com os EUA e Europa é uma das razões para a falta de políticas de integração

Apesar do otimismo em relação à situação econômica do Brasil, o país ainda não está preparado para liderar a região da América Latina, afirmaram especialistas presentes em debate organizado pela revista The Economist, nesta quarta-feira (21/10).

De acordo com o presidente da Fundação Cívico Republicana, Ricardo López Murphy, o Brasil tem traçado políticas erradas ao dar preferências comerciais aos Estados Unidos e Europa.

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