Ex-BBB Cacau posa para ensaio sensual com morango na boca


O DIA

Rio – Enquanto acerta os últimos detalhes para posar nua na ‘Playboy’, a ex-BBB Claudia sacia a curiosidade do público masculino e mostra suas curvas num ensaio sensual no site ‘Paparazzo’. Em um dos cliques registrados pelo fotógrafo Marcos Serra Lima, ela posa com um ‘morango’ na boca em alusão a companheira de confinamento, Angélica que é homossexual e já declarou achar Cacau linda. Ela, porém, recusou a proposta da ‘Playboy’ para posar com a jornalista. “Sabia que ia rolar um moranguinho”, brincou durante o ensaio.

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Foto: Marcos Serra Lima / Paparazzo

A ex-namorada de Eliéser conta que não alimenta as esperanças de Angélica. “Jamais beijaria a Morango. Não tem nada a ver. Se não tivesse ficado com Eliéser, não teria ficado com ninguém na casa”, garantiu em entrevista ao site.
Após declarar que o seu romance com o Eliéser não resistiria fora do confinamento, ela admitiu que vai conversar com o brother. “Tenho muito carinho pelo Eli. Fomos felizes lá dentro. Acho difícil dar certo aqui fora pelas nossas diferenças, mas quero conversar com ele e gostaria de tentar”.
Já dentro da casa do ‘Big Brother Brasil 10’, Eliéser faturou o prêmio de R$20 mil após uma brincadeira promovida por uma operadora de celular. E as surpresas não param aí. As cantoras Preta Gil e Nelly Furtado serão as próximas atrações que vão colocar os broter para dançar.

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Veja dicas para encarar a frustração de ser reprovado no vestibular


G1

Após a maratona dos vestibulares, muitos estudantes encaram a frustração por terem sido reprovados. Embora não seja fácil fugir da tristeza, especialistas dão dicas para encarar o momento da melhor maneira possível.

Identificar os pontos em que o desempenho foi ruim, rever a escolha profissional e não optar por vagas remanescentes por desespero são algumas orientações.

A estudante Lilian Oliveira Ferreira, de 20 anos, digeriu o mau momento e se prepara para os próximos combates. Já sabe onde falhou. “Tenho que reforçar os estudos em alguns assuntos que eu sei que não domino, como hidrostática, eletroquímica e álgebra”, diz. Lilian quer cursar medicina em universidade pública. Este foi o terceiro ano consecutivo de tentativas. “Estou na lista de espera da Unifesp, mas não sei se vai rodar até chamarem o meu nome”.

Usar o vestibular como forma de avaliação é uma das orientações dadas pela coordenadora do serviço de orientação profissional da Universidade de São Paulo (USP), Yvette Piha Lehman. “A melhor maneira é enfrentar a realidade: não há vagas para todos. O estudante tem que estar ciente que havia gente mais preparada do que ele, perceber onde ele foi mal e melhorar seu desempenho para a próxima etapa”, diz.

“Sei também que sou lenta na hora de fazer a prova. Fico um pouco nervosa e isso reflete na minha memória”, conta Lilian. “Por isso vou treinar a agilidade nos simulados e começar a controlar o tempo que uso para resolver as questões”.

O estudante pode, também, usar o momento para rever a escolha profissional e confirmar se o curso escolhido é realmente o caminho que ele quer seguir, acrescenta Leo Fraiman, psicoterapeuta e orientador profissional.

Fraiman lembra, ainda, que um erro comum é enxergar apenas o curto prazo. “Nada é tão definitivo. As pessoas têm que aprender a por mais vírgulas e menos pontos finais nas situações. O jovem deveria pensar que ainda não passou e não simplesmente que foi reprovado. Em médio e longo prazos não fará diferença para a carreira dele se tiver concluído o curso um ou dois anos depois”, comenta.

Será prejudicial, reforça o especialista, se ele escolher um curso que não o realize no futuro. É o que muitos acabam fazendo ao optar por vagas remanescentes para estar logo na universidade. “E são esses os que acabam desistindo do curso depois”, acrescenta Yvette. Para ela, o cuidado com a falta de foco é muito importante. “O jovem não pode esquecer da formação que ele quer ter apenas por estar em algum curso superior”.

“Quando não é possível escolher os fatos, deve-se usar a inteligência para escolher a atitude a tomar diante dos fatos que se apresentam”, acrescenta Fraiman. “É um momento de avaliação para o estudante. Ele tem que aprender a negociar com os desejos dele, saber que atitudes tomar diante de determinada situação”.

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Cochilar depois do almoço faz bem para memória


Fantastico

Dormir é muito bom, muita gente gosta e faz bem para a saúde. Uma pesquisa, divulgada essa semana na reunião anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência, mostrou que quem dorme mais ou menos uma hora e meia durante a tarde passa a ter mais facilidade para receber informações novas.
Cientistas da Universidade de Berkeley, na Califórnia, recrutaram 39 jovens saudáveis. Eles tiveram que decorar cem nomes e rostos ao meio-dia. Em seguida, uma parte foi dormir. Às 18h, o grupo teve que decorar outros cem nomes e rostos. Os 20 jovens que tiraram uma soneca tiveram um desempenho 10% melhor na tarefa. E o cansaço daqueles que ficaram acordados fez com que eles perdessem também 10% da capacidade de aprendizagem. Ou seja: soneca à tarde faz bem.
Boa notícia para Justine Hack, de 17 anos, que, como a maioria dos adolescentes, adora dormir. “Eu acordo às 6h e vou para o colégio. Às 12h20, eu volto, almoço, e às 13h, eu durmo”, conta.
O músico Eduardo Hack, pai de Justine, também é adepto da soneca. “Depois que eu almoço, encosto o prato, estico as pernas e dou minha cochilada”, diz. Mas o descanso dele dura só meia horinha.
Depois do cochilo, Eduardo, que é músico, vai ensaiar. Enquanto isso, Justine continua dormindo.
O irmão do meio, Renato, desce para brincar com os amigos. Enquanto isso, Justine continua dormindo. A caçulinha Beatriz entra no quarto, mexe no armário e Justine continua dormindo. Essa soneca está longa. A mãe segue para a árdua tarefa de acordar Justine.
Na casa de Jane, a soneca da tarde dela e dos filhos adolescentes – Nicole e Mário – também costuma se estender.
“Perdi a hora. Se eu deixar, os dois dormem mais de quatro horas. Eu também dormi demais”, diz Jane.
Será que essa sonequinha mais longa continua trazendo benefícios?
O neurologista Márcio Bezerra, especialista em sono, tira a dúvida da família. “O tempo ideal desse sono da tarde varia entre 30 e 50 minutos. No máximo, 50 minutos”, orienta o médico. “Você sente que ele ainda está sonolento, irritado, querendo dormir mais. Na fase deles, temos que dar uma olhada no sono noturno para podermos entender o que está acontecendo”.
Adolescente tem mesmo necessidade de dormir mais que o adulto, entre oito e nove horas por noite. E é justamente para não prejudicar o sono noturno que a soneca não pode ser muito longa, nem tirada muito tarde. O ideal é que seja feita logo depois do almoço.
“Resista àquele sono que às vezes vem às 18h, porque, caso você durma, você vai acordar de madrugada. Isso vai atrapalhar a consolidação do sono noturno”, diz o médico.
Pois é, com sono não se brinca, ainda mais em ano de vestibular, caso da dorminhoca Justine. “Pode estudar, o vestibular te espera”, fala a mãe para a estudante.

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Estudante de Campinas é aprovada em medicina por 4 universidades públicas


G1

miniatura.php?v22=1&foto=%2FFotos%2FEducacao%2F0802med Estudante de Campinas é aprovada em medicina por 4 universidades públicas"Estou muito feliz porque sempre quis ser médica", diz Bárbara. "Vou estudar na Unicamp". (Foto: Reprodução/TV Globo)

A estudante Bárbara Ferrarezi, de 18 anos, está radiante. O esforço que fez no ano passado, alternando os estudos e o trabalho na banca de doces da mãe, em Campinas, no interior de São Paulo, deu resultado.
Ela foi aprovada no curso de medicina por quatro instituições públicas: Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual Paulista (Unesp) e Faculdade de Medicina de Marília (Famema).
“A sensação é de missão cumprida. Estou muito feliz porque sempre quis ser médica”, conta Bárbara, que já fez sua escolha: vai estudar na Unicamp. “É a melhor alternativa porque não preciso mudar de cidade, além de ser uma excelente universidade”, diz.
Bárbara estudou em colégio estadual durante o ensino fundamental. Quando chegou ao nível médio, os pais da jovem, João Francisco Ferrarezi e Beatriz Ferrarezi, matricularam a filha em um colégio particular. O pai de Bárbara é taxista e a mãe tem um comércio de doces. “Eu ficava algumas horas na loja ajudando, mas estudava todos os dias”, conta.
Além das instituições onde foi aprovada, ela também fez provas da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e da Universidade Federal de São Carlos (Ufscar), que ainda vão divulgar seus resultados. “Mesmo que passe em alguma dessas duas, não vou mudar minha escolha".
Este foi o segundo ano consecutivo que Bárbara brigou por uma vaga nos vestibulares da USP e da Unicamp.

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Jovem britânica tem mal da Bela Adormecida e passa dias sem acordar


EXTRA

05 MHB belaadormecida Jovem britânica tem mal da Bela Adormecida e passa dias sem acordar

Com uma doença incomum, chamada síndrome de Kleine-Levin ou mal da Bela Adormecida, a britânica Louisa Ball, de 15 anos, tornou-se um desafio para os médicos. Após períodos de normalidade que podem chegar a um ano, ela dorme durante dias – já passou duas semanas adormecida.

Os médicos não sabem o que causa a doença nem como curá-la. O que se sabe é que ela afeta adolescentes e desaparece depois de 8 a 12 anos. A origem pode estar em infecção viral, associada a uma predisposição genética.

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Cidade alagoana tranca ruas para conter a violência


Jornal da Globo

Em Boca da Mata, cansados da presença de bandidos e da ausência de polícia, comerciantes comerciantes, autoridades e lideranças passaram corrente e cadeado nas ruas. Os crimes pararam na cidade.

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Banco do Brasil contratará 5 mil funcionários


G1

O Banco do Brasil prevê concursos para formação de cadastro de reserva em quatro estados este ano. Nos concursos para cadastro de reserva, os aprovados são chamados à medida que surgem as vagas.
As áreas contempladas serão os estados da Bahia (exceto Salvador), Goiás, Minas Gerais (exceto para a região de Pato de Minas, Paracatu e triângulo mineiro), e o estado do Pará (exceto para as cidades de Afuá, Almeirim e Monte Dourado, incluídas no último concurso). A informação é do diretor de gestão de pessoas do Banco do Brasil, Amauri Sebastião Niehues.
Em entrevista ao G1, o diretor informou que os concursos continuarão sendo para cadastro de reserva porque o banco adotou a prática de fazer concursos independentemente de haver vagas disponíveis para ter sempre um banco de candidatos aprovados à disposição. Segundo ele, um novo concurso é lançado quando está para vencer o prazo de validade do anterior ou quando o cadastro de reserva está esgotando.
A novidade é que, em vez de lançar os concursos com validade de dois anos, que poderia ou não ser prorrogada, agora o prazo será de um ano, que será prorrogado por igual período. No último concurso do banco, lançado em abril de 2009, a validade já foi de um ano.
“Faremos pelo prazo de validade menor de um ano, aí prorrogamos por igual período. Todos os concursos serão assim. A probabilidade de [o candidato] ser chamado é maior, mas vai depender do número de vagas e da classificação dele, mas aumenta a probabilidade”, diz Niehues.
“Pela legislação não teríamos condições de resolver o problema de pessoal só quando tivéssemos vagas disponíveis. Porque tem que fazer a licitação, deve-se respeitar os prazos das provas e resultados, que levam de seis meses a um ano. Haveria defasagem para preencher as vagas. Assim vamos aproveitando [os aprovados] dentro daquele prazo de validade do concurso para termos condições de administrar a empresa porque há rotatividade de vagas”, explica o diretor de gestão de pessoas.
Todos os funcionários do Banco do Brasil começam a trabalhar como escriturários, que exige nível médio completo. O salário inicial é de R$ 1.416, mais R$ 371,36 de ajuda alimentação e R$ 239,36 de cesta alimentação, para jornada de 30 horas semanais.
Os funcionários têm direito a participação nos lucros e resultados semestralmente caso o banco dê lucro. De acordo com o diretor de gestão de pessoas, são mais de dois salários por semestre. O regime é pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
Demanda de funcionários
De acordo com Niehues, o Banco do Brasil pretende contratar em todo o país 10 mil novos funcionários ao longo de 2010 e 2011 – 5 mil em cada ano. No entanto, isso não significa que todas as vagas serão preenchidas com a abertura de novos concursos – muitos ainda estão dentro do prazo de validade.
O BB incorporou a Nossa Caixa, em São Paulo, o Banco do Estado do Piauí (BEP) e o Banco do Estado de Santa Catarina (Besc). Um dos motivos para a contratação é a expansão do próprio banco e também as novas aquisições.
De acordo com Niehues, em média, o banco costuma chamar por ano 9 mil aprovados nos concursos em todo o país – 5 mil são novos funcionários e 4 mil são para reposição de empregados que saem ou se aposentam.
Geralmente o estado com maior número de vagas preenchidas é São Paulo, segundo o diretor do BB. Em seguida vem Minas Gerais. “Chamamos em média cerca 1 mil funcionários ao ano em Minas só para reposição”, diz Niehues.
Outros estados com maior demanda de funcionários são Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Na sequência vem o Distrito Federal.
O diretor de gestão de pessoas afirma que no estado de São Paulo há um cadastro de reserva com o total de 5 mil aprovados. “A partir deste mês serão chamados cerca de 1,5 mil e ainda sobrarão 3,5 mil”, diz Niehues.
Os últimos concursos no estado de São Paulo ainda estão dentro do prazo de validade – o de 2007 para o interior de São Paulo vale até 17 de outubro de 2011, e o para a capital realizado em 2008 vai até julho de 2010, podendo ser prorrogado até 2012. Devido ao cadastro, não há previsão de concursos para São Paulo nos próximos anos.
Quase todos os 1,5 mil aprovados devem trabalhar em agências, sendo que 30% deles atuarão na capital.
A convocação dos aprovados em São Paulo tem a ver com a aquisição da Nossa Caixa e a proposta do BB de elevar a participação no mercado paulista para 35% nos próximos dois anos – atualmente o percentual está entre 20% e 25%.
Outro motivo para a convocação dos aprovados foi a implantação pelo Banco do Brasil do plano de demissão voluntária na Nossa Caixa, direcionado para 3,6 mil funcionários que estavam prestes a se aposentar ou já aposentados. De acordo com Niehues, aderiram ao programa 1.328 empregados.
Já no Besc e BEP, a necessidade de chamar novos funcionários é menor. “No caso do Besc estamos administrando via transferência e promoção e no do BEP o número de agências é pequeno”, diz o diretor.
Progressão na carreira
O Banco do Brasil tem plano de cargos e os funcionários podem melhorar a remuneração ao longo do tempo, de acordo com Niehues.
Dentro da carreira de escriturário o funcionário pode mudar de nível – cada progressão implica em um reajuste no salário de 3%. A promoção pode ser por antiguidade ou por merecimento. “Todos os escriturários têm uma promoção a cada três anos”, diz.
Existe ainda possibilidade de ascensão dentro do banco, por meio de um sistema de pontuação. O escriturário pode ser tornar gerente de agência ou superintendente, por exemplo.
Para isso, são levadas em conta a experiência do funcionário, as áreas em que trabalhou, as agências por onde passou, a formação dele – se tem nível superior ou pós-graduação, por exemplo -, avaliações de desempenho e provas para ganhar certificações em setores específicos do banco, como agronegócios, crédito e gestão de pessoas. “É como se fosse um vestibular. O funcionário é aprovado e ele ganha pontuação. Isso vai para o currículo dele”, explica Niehues.
O funcionário ainda pode tentar vagas em outros estados. Mas ele deve permanecer por no mínino dois anos na mesma região onde tomou posse para poder pedir remoção.
Os funcionários têm direito a entrar no programa de bolsas de estudo para graduação, pós-graduação, mestrado e doutorado. O banco tem coparticipação de 80% nos custos e o funcionário, de 20%.
Além disso, há uma universidade corporativa com cursos internos para os funcionários. Em 2009, segundo Niehues, o investimento do BB foi de R$ 130 milhões na formação dos funcionários.
De acordo com o diretor de pessoal, antes da integração do BB com a Nossa Caixa, os funcionários que já tinham graduação eram 70% do total de 105 mil funcionários, incluindo o Bep e o Besc. Outros 30% cursavam graduação ou tinham ensino médio. Isso mostra que, apesar de o ingresso no BB exigir nível médio, grande parte dos candidatos ingressa no banco com nível superior de escolaridade ou já em curso.
Com a incorporação dos três bancos, o BB pretende incentivar a integração dos funcionários. “Muitos empregados do Besc estão trabalhando em Brasília e virão também alguns da Nossa Caixa”, diz Niehues.
Acompanhamento do concurso
O site do Banco do Brasil tem um link para o candidato acompanhar sua situação no concurso prestado e ver quantos funcionários foram chamados, a classificação dele na microrregião em que concorre à vaga e qual será o próximo candidato a ser chamado.

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Pro Teste reprova oito marcas de protetor solar


O GLOBO

RIO – Uma avaliação feita pela Pro Teste reprovou oito dos dez protetores com FPS 30 mais usados no país. Além disso, sete marcas foram reprovadas por conter na composição o benzophenone-3, um ingrediente que já é proibido em outros países por ser potencialmente cancerígeno. Os melhores do teste foram considerados o L’Oréal Solar Expertise e o Cenoura & Bronze.

Foram avaliados os produtos Avon Sun, L ‘ Oréal Solar Expertise, Cenoura & Bronze, Hélioblock da La Roche-Posay, Episol Loção Oil Free, Coppertone Loção, Sundown Complex, Natura Fotoequilíbrio, Nívea Sun e Banana Boat Bloqueador Solar Ultra.

No teste, foram examinados fatores como a quantidade de informação no rótulo, a qualidade das substâncias em sua composição, a chance de causar irritabilidade, a hidratação, a proteção, a resistência à água e sua textura. Somente três marcas, L ‘ Oréal Solar Expertise, Cenoura & Bronze e o Hélioblock da La Roche-Posay, não contêm o benzophenone-3.

Os produtos, entre eles Nivea e Sundown, perdem até 50% do FPS (fator de proteção aos raios UVB, responsáveis pelo câncer de pele) quando expostos a uma hora de sol. No teste de fotoinstabilidade, o FPS dos produtos foi medido antes e depois da exposição a uma temperatura de 40ºC. As marcas Avon, La Roche-Posay, Banana Boat e Sundown também foram reprovadas.

Alguns produtos, como o da Nívea, perderam 50% do seu FPS. Após uma hora de uso, eles caíam para FPS 15. O segundo pior foi o La Roche Posay, que manteve só 62% de sua proteção indicada no rótulo. O Coppertone declarou um fator de proteção (30), maior do que o medido (25). Todos as embalagens mencionavam resistência à água, mas após imersão de meia hora, a proteção do produto da Natura caiu para 30% do FPS inicial, por exemplo. O Sundown caiu para 55%.

A presença de substâncias bloqueadoras dos raios UVA – que têm incidência constante durante o dia todo – é indicada nos rótulos dos 10 produtos. Mas só três embalagens mostram o grau de proteção: Cenoura & Bronze, L"Oréal Solar Expertise e Natura Fotoequilibrio.

Não há regulamentação no Brasil que obrigue a presença de substâncias bloqueadoras dos raios UVA, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Apesar disso, os produtos devem oferecer no mínimo um terço do FPS em proteção UVA.

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Procura por concurso público cresce 15% ao ano entre brasileiros


Fantastico

Imagem Site Concurso Está aberta a temporada de concursos públicos! Uma verdadeira corrida em busca de um emprego.

Veja aqui os concursos públicos em andamento. Confira também a previsão de concursos para o ano que vem.
Mas o que será que leva milhões de brasileiros a estudar horas a fio para enfrentar um concurso público?
O mesmo discurso mais de 200 vezes por dia. “Tem turma manhã, tarde e noite”. E não é só pelo telefone, não. Por mês, milhares de pessoas vão à sede do curso pedir informações. “Eu gostaria de fazer um curso que abrangesse os três concursos”.
A procura por cursos preparatórios para quem quer prestar concurso público cresce cerca de 15% ao ano. Em uma única escola, são mais de 5 mil alunos. E muitos estão lá há algum tempo. “Eu estudo umas oito horas ou dez horas por dia. Na reta final, diversão não existe”, disse um estudante. A dedicação não tem sexo, idade, nem profissão.

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Quem assiste não aprende. Por que o ensino baseado na web é mais eficiente que o ensino tradicional?


Imasters

Será que finalmente estamos prontos para admitir que os métodos tradicionais de ensino são pouco eficientes e devem evoluir rapidamente? Pelo menos é o que aponta um estudo publicado pelo governo americano, que compila os resultados de 10 anos de pesquisa e conclui que os recursos de aprendizagem on-line constituem uma maneira mais eficiente de aprender do que o ensino tradicional.

A pesquisa (em inglês, arquivo PDF) propôs uma meta-análise que chega a uma conclusão já amplamente difundida no mundo corporativo: sentar em uma cadeira e ficar olhando alguém falar não leva o aluno a grandes resultados. Neste contexto, devemos nos lembrar de como nasceu o modelo de educação em vigor e questionar por que é tão difícil fazê-lo evoluir. Quais são os mecanismos que realmente despertam o aprendizado e como desenvolvê-los?

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