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Cientistas do Massachusetts Institute of Technology (MIT) desenvolveram uma nova tecnologia que pode revolucionar o tratamento de doenças cardíacas. A novidade é uma nanopartícula que é injetada na corrente sanguínea. Uma vez dentro do corpo, ela é capaz de tratar artérias danificadas sem a necessidade de uma intervenção cirúrgica.
Os inventores já começaram a testar os "nanocarrapichos" – como foi batizada a partícula – em ratos. A tecnologia consiste em esferas de 60 nanômetros – mais de 100 vezes menor que um glóbulo vermelho presente no sangue. Cada esfera contém fragmentos de proteínas que são capazes de colar a superfície danificada das artérias enrijecidas.
Segundo o estudo, essas pequenas esferas podem também combater o entupimento das artérias, aumentando a eficácia do tratamento de doenças que podem causar ataques cardíacos. Atualmente, o tratamento consiste na introdução de uma espécie de pequeno balão que força a reabertura dos vaso e então um tubo, chamado stent, é implantado na artéria para mantê-la desentupida.
No entanto, muitas vezes esse processo provoca um rápido crescimento do tecido ao redor do stent, o que pode levar a um novo bloqueio da artéria. Segundo os cientistas, o avanço das novas cápsulas se dá porque elas identificam dentro do organismo o exato local que precisa ser tratado e possuem uma ação prolongada de até 12 dias.
Apesar das nanopartículas já terem sido desenvolvidas, especialistas advertem que ainda pode levar vários anos para que a técnica comece a ser testada efetivamente em pacientes humanos. A pesquisa foi publicada na última edição da revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.
Originally posted 2010-01-19 17:32:19.

RIO – Alergias, disfunções no fígado, alterações neurológicas e até o câncer são algumas das doenças associadas ao consumo excessivo de agrotóxicos, defensivos agrícolas usados no cultivo da maioria das frutas e dos legumes vendidos no país. De acordo com dados da Universidade de Brasília, são usados no país mais de 400 tipos de pesticidas.
O brasileiro está comendo mais sal do que deveria, segundo levantamento da Sociedade Brasileira de Hipertensão. Em média, o consumo diário é de 12 a 16 gramas por dia. O recomendado é de 4 a 6 gramas, no máximo. Mais ou menos uma colher de chá.










