Prefeitura testa uso da energia solar em poste no Leblon


G1

Foto: Patrícia Kappen/G1

Iluminação com energia solar tem custo zero (Foto: Patrícia Kappen/G1)

Acostumados a uma iluminação pública deficitária e sempre com queixas sobre a qualidade do serviço, os cariocas podem ter um poquinho de esperança de que a taxa de iluminação pode ter uma finalidade específica. A Secretaria municipal do Meio Ambiente está testando um modelo de iluminação pública que promete ser mais econômico e mais ecológico: a iluminação pública feita com energia solar.

No dia 21 de março começam a ser feitos os cálculos de cobrança da taxa de iluminação. O cálculo é feito com base nas leituras das contas de luz e será repassada ao consumidor, que pode pagar entre R$ 2 e R$ 90 pelo tributo. 
Segundo o subsecretário ambiental do Rio, Altamirando Moraes, o projeto Rio Solar pretende transformar a cidade-sede dos Jogos Olímpicos de 2016 em uma capital verde. “Queremos que sejam os Jogos mais ambientais até hoje. O Rio de Janeiro tem potencial enorme de luz solar que não é aproveitado. E esse tipo de energia não é poluente”, afirmou o secretário.
A implantação do projeto ecológico começou a ser feita no Leblon, bairro na Zona Sul do Rio, com um poste-teste, capaz de captar a energia solar e transformá-la em luz pública para a Praça Cazuza, utilizando lâmpadas de LED. O poste funciona com uma placa de silício que faz a captação da energia. Segundo Altamirando, com um dia de insolação é possível obter energia para iluminar 20 noites.

De acordo com a secretaria, uma outra vantagem é que a iluminação com o LED é superior a do sistema convencional. O novo sistema também dispensa condutas, cabos, fios, transformadores e aparelhagem elétrica.
Segundo Altamirando, o projeto vai proporcionar ao município uma economia de R$ 8 milhões por mês, que é o que se paga atualmente para a Light pela iluminação pública. Tirando o custo de instalação do poste, o município terá custo zero com a iluminação nova. Segundo ele, um poste instalado custa em torno de R$ 10 mil, e o dinheiro usado para os novos postes seria facilmente compensado em um ano de utilização da nova tecnologia.

Os planos foram inspirados em algumas cidades espanholas, que já adotaram o modelo ecológico, e também cidades na China. “É uma tecnologia nova, estamos fazendo esse teste há um mês. O próximo a ser testado, com a mesma tecnologia, mas um modelo diferente de poste, será no Jardim de Alah”, adiantou Altamirando.

A secretaria informou que o poste da Praça Cazuza ficará instalado pelo menos até o fim de março. No fim dos testes a secretaria dará um parecer para o prefeito.

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Helicóptero de emissora de TV cai em São Paulo


G1

O helicóptero da TV Record caiu por volta das 7h20 desta quarta-feira (10), no Jockey Clube, na Zona Sul de São Paulo. Quando sobrevoava o local, a aeronave começou a rodopiar, perdeu altitude e caiu sobre o gramado do Jockey. Os bombeiros foram acionados.

Segundo informou um médico veterinário do Jockey à reportagem da TV Globo, o piloto morreu no momento da queda. O cinegrafista foi retirado com vida da aeronave e levado para um hospital da região.

A TV Record ainda não informou o estado de saúde das vítimas, que foram levadas para o Hospital Itacolomy, no Butantã, Zona Oeste. Há pouco, a emissora informou o nome das pessoas que estavam a bordo: o cinegrafista Alexandre da Silva Moura, conhecido como Borracha, e o piloto Rafael Delgado Sobrinho.

Pane em uma das hélices

O comandante do helicóptero da TV Globo, Dato de Oliveira, que viu a queda da aeronave, conversou via rádio minutos antes com o comandante do helicóptero da TV Record. Oliveira e Sobrinho sobrevoavam a mesma região, na Avenida Morumbi, captando imagens de um assalto a banco. Segundo Oliveira, o colega reclamou de uma pane no motor de cauda, a hélice trazeira, e que tentaria pousar no Jockey.
“Quando ele relatou o problema, decidi acompanhá-lo para ver o que estava acontecendo. Esse é um problema difícil de acontecer, porque o motor de cauda é um motor vital para o helicóptero. Se você o perde, você entra em giro”, explica Oliveira.
Segundo ele, o piloto Rafael Delgado Sobrinho era um profissional experiente. “Era um amigo de muito tempo, uma pessoa muito tranquila. Foi uma fatalidade mesmo”, disse. A preocupação de Oliveira ao pousar no gramado era desligar a bateria e a bomba de combustível, o que foi logo feito, evitando uma explosão.

Cinegrafista reclama de dores

O auxiliar de enfermagem do Jockey Luiz Carlos Assunção foi um dos primeiros a chegar no local onde o helicóptero caiu. Segundo ele, o piloto estava desmaiado.
“O cinegrafista gritava de muita dor. Falamos que iríamos socorrê-lo e tentamos acalmá-lo. Ele reclamava de muita dor na coluna e na região dos rins. Ele mexia os pés e estava aparentemente bem”, disse Assunção.
O jardineiro do Jockey Clube Anelito de Jesus também teve a impressão de que o cinegrafista Alexandre da Silva Moura também estava bem depois da queda.

“Fui bater o cartão de ponto e escutei o barulho. Cheguei a ver o helicóptero rodando. Ele ainda pegou um pedaço de uma árvore e bateu no chão. O piloto estava com o braço do lado de fora. Fui para lá. O piloto e o cinegrafista estavam com o cinto. Fiquei muito assustado. Nunca vi algo assim. Fiquei com medo, mas Deus dá coragem na hora para a gente ajudar”, conta.

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Livro conta história da arte pública do Rio, a maior do País


Jornal Estadão

MONUMENTOS/LIVRO MONUMENTO ESTÁCIO DE SÁ – Obra no Parque do Flamengo é de Lúcio Costa

A primeira estátua do Rio foi a de d. Pedro I, inaugurada com grande festa em 1862 por d. Pedro II na então Praça da Constituição, no centro. O historiador José Murilo de Carvalho aponta que a evocação pública e monumental da imagem de d. Pedro I promovida pelo governo na ocasião tinha como objetivo calar o culto à memória de Tiradentes, símbolo do movimento republicano. Três décadas depois, no início da República, a praça recebeu o nome de Tiradentes. Mas a figura do imperador montado em seu cavalo de bronze continuou lá.
Essa é uma das histórias lembradas pela museóloga Mariana Varzea no livro Arte Ambiente Cidade, da Editora Uiti, que será lançado na terça-feira. Ela e o arquiteto Roberto Ainbinder catalogaram 570 obras criadas a partir do século 18. Mariana afirma que o Rio, reconhecido pela beleza natural, abriga a maior coleção de arte pública do País.
Espalhado por praças, ruas e jardins, esse acervo monumental, muitas vezes esquecido e abandonado, ganhou um inventário. O livro é baseado na dissertação de mestrado da museóloga, que garimpou informações sobre autor, material, data de inauguração, localização e contexto histórico das obras.
Mariana conta que os primeiros monumentos surgiram da necessidade de se construir um sistema de abastecimento de água para os moradores do Rio colonial. "As marcas que essa história deixou são os chafarizes e equipamentos urbanos ligados ao abastecimento."
O primeiro é o Aqueduto da Carioca (Arcos da Lapa), inaugurado em 1750. Pouco depois, na década de 1780, o escultor Mestre Valentim, filho de um fidalgo português e de uma africana, é contratado pelo vice-rei Luís de Vasconcelos e Sousa para projetar diversos chafarizes e o Passeio Público, primeiro parque do Brasil. "São alegorias de ideias iluministas de bem-estar, civilidade, higienização e progresso, que deveriam transformar a capital colonial em uma cidade com identidade própria."
HERÓIS DE BRONZE
Os "heróis de bronze" surgem no século 19, após a chegada da família real, para demarcar a transformação política. "Com eles, uma forma de escrever e perenizar a história do poder dominante." Na República, as primeiras homenagens têm como temas a Guerra do Paraguai (general Osório, na Praça XV, em 1894) e a arte (escritor José de Alencar, no Catete, em 1897). Os dois monumentos são assinados por Rodolfo Bernadelli, primeiro diretor da Escola Nacional de Belas Artes.
Nas obras de remodelação realizadas na primeira década do século passado, o prefeito Pereira Passos busca inspiração na capital francesa. Ele retoma uma tradição imperial de importar peças de ferro fundido para ornamentar jardins. Somente na década de 1920 são erguidas as primeiras mulheres de bronze, em movimento assinado por artistas positivistas.
"Numa análise do atual acervo de bustos e estátuas, podemos dizer que a maioria diz respeito a homens que exerceram papel político", aponta Mariana. Em 1935, o escultor Humberto Cozzo finaliza uma das mais bonitas obras art déco da cidade, a Mulher Com Ânfora.
Planejado para abrigar moradores de favelas removidos de zonas centrais, o bairro de Vila Kennedy, na zona oeste, recebe em 1964 uma réplica da Estátua da Liberdade de Nova York. Nas décadas de 1970 e 1980, ocorre uma grande "dança das estátuas", provocada pela especulação imobiliária e pela expansão viária – algumas mudam de vizinhança, outras vão para depósitos.
Diretora da Divisão de Monumentos e Chafarizes da Fundação Parques e Jardins, de 1995 a 2000, Mariana destaca no livro o programa Esculturas Urbanas, criado em 1995 por Helena Severo na Secretaria de Cultura, que selecionou obras de grandes artistas como Amilcar de Castro, Franz Weissmann, José Resende, Ivens Machado e Waltércio Caldas para a cidade. A autora aponta que, a partir do século 21, permitiu-se a instalação "desenfreada" de alegorias de bronze de personagens famosos, em tamanho natural. "Conhecidas como "ombros amigos", essas representações caricaturescas de músicos, escritores e artistas tomaram conta da cidade." Em 2004, a prefeitura cria a Comissão de Proteção da Paisagem Urbana, que tem papel inócuo, segundo a museóloga.
Mestre em história social da cultura, Mariana defende uma nova política de preservação e valorização do acervo e de planejamento de novas obras. "As pessoas só preservam o que gostam. Para gostar, precisam conhecer." Uma de suas preferidas é a obra Baleia, criada na década de 1990 por Angelo Venosa e recentemente restaurada. Sobre o inevitável Cristo Redentor, de 1931, ela relata que foi um desejo do engenheiro Heitor da Silva que ficasse de frente para o nascer do sol. "A estátua é uma bússola."
O livro, que estampa na capa uma escultura de Roberto Burle Marx, termina com "a maior galeria a céu aberto da cidade". São os muros da Hípica e do Jockey, na Rua Jardim Botânico, zona sul, tomados por grafites. É recheado com fotos – 60 monumentos são destacados – e uma frase do escritor João do Rio: "Sim, as ruas têm alma".

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Deficientes ganham esteira de acesso à praia e cadeira flutuante para o mar


G1

0,,35325997-FMM,00 A praia é conhecida pelos cariocas como o local mais democrático da cidade. Mas até hoje os deficientes físicos, principalmente os cadeirantes, não tinham acesso facilitado à areia nem ao mar. Neste domingo (24) foi dado o primeiro passo para essa inclusão social: o projeto “Praia para todos”, pioneiro no Brasil, foi lançado no Posto 3 da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, com diversas atividades adaptadas.

A principal transformação – uma iniciativa da ONG Espaço Novo Ser, com apoio da subprefeitura da Barra e de patrocinadores – é uma esteira especial, de 30 metros, feita de fibra de plástico, que vai do calçadão às tendas na areia, o que permite a passagem da cadeira de rodas. Além disso, a chamada “cadeira anfíbia” leva o deficiente ao mar e ainda flutua na água. Nas duas tendas montadas, trabalham cerca de 30 profissionais, entre professores de educação física, fisioterapeutas, estagiários e voluntários. O Praia para Todos funciona somente aos domingos, das 9h às 14h.

O idealizador do projeto é o biólogo Ricardo Gonzalez Rocha Souza, que é cadeirante. Ele sofreu um acidente de carro em 1997 e contou que desde então busca novidades em acessibilidade no mundo. “Eu frequentava exatamente essa praia, pegava onda aqui. Depois do acidente, eu vinha à praia, mas só no calçadão. A praia adaptada é um sonho virando realidade”, disse.

 

Infraestrutura

Prancha de surfe adaptada pelo surfista Rico de Souza, mais vagas de estacionamento reservadas, rampas de acesso nas vias, sinalização sonora e até piso tátil para os deficientes visuais fazem parte da infraestrutura montada pelo projeto. Quando chegam à tenda, os deficientes têm disponíveis atividades como surfe, vôlei sentado, frescobol, peteca e o banho de piscina assistido, planejado para as crianças.

“O cara chega aqui, tem a cadeira anfíbia. Cansou, vai jogar vôlei; enjoou, vai surfar, vai jogar frescobol, o cara tem diversão toda hora”, destacou o cadeirante Fábio Fernandes, um dos organizadores do Praia para Todos e estudante de Direito. Em 1999, aos 23 anos, voltando de um show de uma banda a qual ele era o produtor, Fábio bateu de carro e ficou paraplégico.

“Antes a gente só descia do calçadão se fosse no colo. Hoje podemos falar que a praia é realmente para todos. Isso aqui vai se tornar um remédio para essas pessoas. Remédio para a depressão, para tudo”, exaltou ele, que tomou banho de mar e também pegou onda com a prancha adaptada.

 

O pequeno João Pedro, de 2 anos e 10 meses, tem uma doença rara, a leucodistrofia, que afeta o sistema nervoso central. A mãe dele, a dona-de-casa Nínive Oliveira Ferreira, contou que veio de Realengo e agora pode aproveitar a praia tranquila. João Pedro não queria sair da piscina, onde ficou com uma profissional.

“Para quem vive o problema, a gente sabe o tamanho da importância desse projeto. Antes eu só vinha do calçadão pra cima, eu não tinha como levar ele no mar ou na areia. É um projeto brilhante, espero que tenham outras iniciativas, porque o acesso é muito pouco”, disse.

Objetivo é ter posto fixo

O subprefeito da Barra da Tijuca, Tiago Mohamed, afirmou que está aberto a fazer as mesmas mudanças no Recreio. “O que a gente fez aqui é pouco perto do benefício que isso traz para eles. Os deficientes sempre estiveram excluídos desse espaço”, declarou ele.

O projeto é itinerante. Na Barra, vai ficar até o dia 28 de março. Depois, segue para Copacabana, na Zona Sul, e fica até o dia 25 de abril. Em seguida vai para a praia de Ipanema, do dia 2 ao dia 16 de maio. Por fim, o “Praia para Todos” vai para o Piscinão de Ramos, no subúrbio do Rio, do dia 23 ao dia 3 de maio.

A intenção dos organizadores é entregar um relatório de toda a estrutura para a Prefeitura do Rio, com o objetivo de que seja montado pelo menos um posto adaptado em cada praia da cidade e que ele seja fixo.

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Eurico Miranda está de volta ao Vasco


JB Online

RIO – Quase dois anos depois de deixar a presidencia do Vasco, Eurico Miranda está de volta ao clube. Nesta terça-feira, a chapa do dirigente foi eleita em São Januário com o dobro de votos de Henrique Loureiro Monteiro. Eurico será o novo presidente do Conselho dos Beneméritos para o triênio 2010-2011-2012.

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Após incidente com trem, Cabral diz que ‘puxou orelha’ de concessionária


G1

“Como é que um trem sai de Japeri sem piloto? Como é que um maquinista sai da cabine e o trem dispara, precisando cortar o sistema elétrico para pará-lo?”, indagou em forma de cobrança o governador Sérgio Cabral.

Segundo ele, representantes da SuperVia e do Metrô foram convocados para uma reunião com o próprio na segunda-feira (18), dia em que passageiros reclamaram que um trem do ramal de Japeri apresentou defeito e circulou sem maquinista no trecho entre as estações de Ricardo de Albuquerque e Oswaldo Cruz. 
Alegando que a desordem nos transportes é responsável também pela desordem na cidade, Cabral afirmou que não vai deixar de “puxar a orelha” nas concessionárias sempre que for preciso. “Pedimos o compromisso de investimentos e a racionalização do sistema”, disse ele.
O governador anunciou ainda a compra de 30 novos trens para a SuperVia e 108 novos carros para o metrô, além da reforma dos trilhos em alguns trechos da linha férrea e da compra de novos equipamentos de sinalização.

Também nesta terça, a SuperVia anunciou a criação de uma comissão de investigação do incidente. Técnicos da Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários, Metroviários e de Rodovias do Estado do Rio (Agetransp) e a Polícia Militar também investigam o incidente.

Como foi

Na manhã da segunda-feira (18), passageiros informaram que o trem do ramal de Japeri que apresentou defeito circulou sem maquinista no trecho entre as estações de Ricardo de Albuquerque e Oswaldo Cruz. Segundo eles, a composição estava em velocidade superior a normal e não parou na estação de Deodoro.

Segundo o Sindicato dos Ferroviários, o trem passou numa velocidade superior a 70 Km/h pela estação de Deodoro e o condutor havia saído da composição para averiguar um problema na parte elétrica quando viu, atônito, o trem sair em disparada.

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Mate em tonel é reprimido nas praias do Rio


EXTRA

O mate virou erva maldita nas praias do Rio. Pelo menos aquele vendido em tonéis na orla da cidade, prática que começou na década de 1950. A bebida, comercializada nos tambores prateados, começou a ser reprimida, com a chegada do “Choque de Ordem”.
Por enquanto, a repressão dos fiscais da prefeitura se restringe ao trecho entre o Arpoador e o Leblon, na Zona Sul do Rio. Entretanto, ainda há como encontrar por ali quem misture, no mesmo copo plástico, coragem e irreverência. Deles, é possível ouvir num cantinho de areia: “olha o proibidão do Paes”. É a senha para o mate malocado.

Para os amantes da prática, o jeito é aproveitar o chorinho que está sendo dado em outras praias da cidade.
Em Copacabana, por exemplo. Segundo a Secretaria de Ordem Pública, a repressão à comercialização nesse trecho começará em meados deste mês. De acordo com a Secretaria de Ordem Pública, a proibição da venda em botijões se deve a uma questão de higiene.
Enquanto esse dia não chega, o ambulante Francisco Alves, de 51 anos, conhecido pelos clientes como Bruno, vai dando fim a um ofício iniciado há 36 anos.

— Quando cheguei ao Rio de Janeiro para trabalhar, um amigo me sugeriu esse trabalho. Desde então, estou nessa — diz.
Famoso nas areias, Bruno tem a confiança dos clientes, de quem já ganhou duas comunidades no site de relacionamentos do Orkut:
— Eu só compro com o Bruno. Sei que a procedência da água é boa — diz o aposentado Ernesto Ferreira, de 55 anos.

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Governo do Rio reduz IPVA para carros flex


Valor Online

RIO – O governo do Rio de Janeiro reduziu de 4% para 3% o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) para carros flex (movidos tanto a álcool quanto à gasolina).

A Lei 5635 foi sancionada na tarde desta terça-feira pelo governador Sérgio Cabral e será publicada no Diário Oficial do Estado amanhã.

Entre os objetivos da medida, está o de incentivar o uso de combustíveis menos poluentes no estado, como o etanol. O governo do Rio já estimula há vários anos, também com a redução de IPVA, os veículos movidos a gás natural.

(Agência Brasil)

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Lei que obriga câmeras em viaturas no Rio é promulgada


Portal Terra

RIO – O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), deputado Jorge Picciani (PMDB), promulgou na terça-feira a lei que determina a presença de câmeras para registro de áudio e vídeo em viaturas policiais.

Autor do projeto, o deputado Gilberto Palmares (PT) falou sobre a importância do equipamento para a elucidação de crimes e lembrou que é amplamente utilizado por polícias de outros países, como os Estados Unidos.

O parlamentar citou o recente caso do assassinato do coordenador do Afroreggae, Evandro João Silva, para comprovar a importância da proposta. "Não fossem as câmeras de vídeo, o caso não teria sido esclarecido", afirmou.

A norma estabelece que os equipamentos sejam instalados de forma gradual nos veículos já existentes e que as câmeras estejam integradas ao sistema de comunicação central dos órgãos de Segurança Pública e Defesa Civil.

As imagens serão arquivadas por um período mínimo de dois anos e poderão ser utilizadas para atender a demanda judicial e administrativa. O projeto, aprovado na Alerj, havia sido vetado pelo governador Sérgio Cabral. Ao retornar à Casa para que os deputados pudessem apreciar o veto, a decisão do Executivo foi derrubada, por 46 votos a três.

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Volta a faltar energia em bairros do Rio, diz Light


Rio – A Light, concessionária que fornece energia elétrica para parte do Rio de Janeiro, afirmou nesta quinta-feira que, por volta das 17h20, houve falta de luz no bairro Alto da Boa Vista, na Zona Norte.

De acordo com a concessionária, o problema é pontual e foi causado pelo mau tempo. Mais cedo, houve falta de luz também em Jacarepaguá, na Ilha do Governador, na Tijuca, em Botafogo, no Vidigal e em Ramos. Em todas essas regiões, a situação foi normalizada, segundo a Light.
Já a Ampla ainda está com diversas equipes nas ruas. Foram registradas quedas de luz em diversos pontos do estado. Segundo a empresa, os pontos mais atingidos pela interrupção de energia foram os municípios de Duque de Caxias, onde ainda há problemas, e a região de Itaipu, em Niterói, onde a luz já foi restabelecida.

Desde o início da semana, o Rio de Janeiro tem sofrido com problemas no fornecimento de energia elétrica. Na noite desta quarta-feira, por conta de uma forte chuva, trechos de mais de dez bairros apresentaram problemas.

A região que compreende os bairros do Leblon e de Ipanema, na Zona Sul, ficou sem luz devido a um defeito no sistema subterrâneo causado por uma falha em três dos oito cabos do sistema.
Com informações da Agência Brasil

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